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Dewi
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É difícil tentar escrever o que aprendi na vida. As várias fases que passei, e que ainda passo, são um eterno perde e ganha, com seus momentos de glamour, prazeres ou dificuldades. Esses altos e baixos que nos ensinam o certo e o errado, o que muitas vezes acontece da pior forma, como perder uma pessoa, que só se da o devido valor quando não está mais do nosso lado.
A segurança que temos do lado de uns, pode mudar de repente para o medo e o desconforto.
Nunca julgue ninguém pelo comportamento dela, sem saber pelo que ela realmente está sentindo e passando.
Viver o dia de hoje é o que há, é a forma de se aproveitar e adquirir experiências novas e novos prazeres. Ter a consciência de que a vida é uma só, e que o nada pode virar o tudo; que o simples pode virar o complicado; que o feio pode virar o lindo; que o ‘irado’ pode virar o chato.
A liberdade que temos, um dia acabará. E um dia se extinguirá da nossa vida esses anseios e medos que hoje nos rodeiam e nos preocupam. Mas acaba valendo a pena, mesmo as coisas não tendo chegado aonde você queria que chegasse, cada segundo foi único e jamais nenhum outro será igual. Nunca se arrependa de nada, por mais que as coisas não tenham saído como planejou, por mais que tenha errado sem saber que estava errando. Cada experiência é única, sendo ela boa ou ruim, sempre vai servir pra te dar lições e te ensinar como agir da próxima vez! Todo dia enfrente alguma situação nova, algum problema diferente, alguma nova experiência, escreva sua historia para que todos lembrem quem você era, quem você foi, pois a vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade! Não se preocupe tanto com bobagens, apenas viva!
A vida não vale nada se você não viver uma boa história para contar, mas antes de começar um novo capítulo, é preciso terminar o antigo.
‘Então se ligue
E busque felicidade
Pra existir história
Tem que existir verdade’
Luize Ricken Turazzi.

Toda mulher tem o direito de surtar. Dar piti. Jogar umas coisas no chão e chorar. De preferência em casa, para não ameaçar o patrimônio público, mas às vezes também acontece na rua, fazer o quê? É simples: as mulheres são seres cíclicos, com altos e baixos hormonais. Tem Tensão Pré-Menstrual, Tensão Mesntrual e Tensão Pós-Menstrual. A culpa é toda dos hormônios. Não podemos controlá-los. Então, desculpe, temos o direito. Até porque o ato de surtar pode trazer grandes benefícios quando usado com moderação e até prevenir doenças como câncer, úlcera, estresse e tédio profundo. É por isso que as mulheres têm a vida mais longa do que os homens. Eles ("eles" quase todos) guardam tudo, acham que surtar é coisa de mulher. E é mesmo, mas e daí? Se ficar guardando tudo vai acabar como aquele senhor, tendo um dia de fúria. Todo mundo deveria extravasar de vez em quando para aliviar maiores danos. Quem sobrevive guardando no peito aqueles dias frios em que você pisa de meia no chão molhado, ou em que o miojo cai todo na pia quando você vai tentar dar aquela escorridinha, ou em que a ex-namorada sem amor próprio do seu amor fica ligando doze vezes consecutivas para pertubar a paz alheia, ou em que você passa horas no trânsito sem bateria no iPod, ou em que os pagamentos não entram - mas as contas sim -, ou em que ninguém te escuta, ou em que o gato faz xixi no tapete da sala pela décima vez, ou em que a internet não funciona, ou a calça não entra mais, ou em que você não acerta o delineador e borra a cara inteira, ou tudo isso reunido no mesmo dia infeliz? O que mais pode uma dama fazer a não ser jogar tudo para cima e chorar lágrimas incontidas de ódio até secar? Depois passa e você se sente melhor, livre das toxinas, das lágrimas e aliviada por não ter engolido todas aquelas coisas ruins, pronta para sair para a vida com os cabelos escoaçantes, a alma leve e a pele viçosa. Mas também não vai achar que é pra sair surtando nos outros. a toda horapor qualquer coisinha; isso causaria uma reação em cadeia de surtos e sabe-se lá o que poderia acontecer. Surte, mas surte direito. Só quando precisar!
Texto de Clarah Averbuck
Por Giselle Rayane!
Sinto saudade daquele tempo que a gente era feliz e não sabia, a gente não tinha tudo, mas era o necessário pra gente ser feliz, a gente brincava, brincava, brincava e nunca cansava. A gente vivia cada minuto como se fosse o último, a cada segundo o nosso mundo tinha mais alegria. A gente comia chocolate até se lambusar, tomava banho de mangueira, jogava taco, descia os morros correndo, caia e nem chorava! Hoje a vida nos dá os homens, que por eles a gente chora, se descabela, fica uma tarde inteira falando deles, briga com aos amigas por causa deles. Em alguns momentos a gente volta a ser criança quando pegamos e fizemos bolhas de sabão, lembramos por completo toda a nossa infância. Momentos que pra nós foram essenciais. A vida é um caminho que precisamos seguir viver cada minuto intensamente, onde ninguém sabe o que virá pela frente. Devemos jogar todos os problemas pra escanteio. Beijar, abraçar e brincar de rolhada com as amigas, esquecer os homens que nos fazem sofrer. E esquecer que na segunda vai ter aquele professor chato pegando no teu pé.
Por Luize Ricken Turazzi
~ Baseado em fatos reais
A foto ainda estampa meu mural. Só Deus sabe o quanto sofri para entrar naquele camarim. Desde um desmaio (fingido, confesso) a xavecos no segurança, foram quase 12 horas numa fila que me levaria ao meu sonho. Eu pedia ingressos de seu show, economizava para comprar qualqer pedaço de revista com seu rosto, passava horas imaginando histórias malucas em que ele descobriria que eu era o amor de sua vida. E agora eu estava a um passo de sentir o seu abraço, pousar meu rosto entre seus ombros e respirar seu perfume importado... Avistei-o de longe. Recebia os fãs num movimento robótico: abraça, agradece, tira foto, sorri, despede-se. Meu coração batia tão forte que eu jurava que seriam meus últimos instantes na Terra. Ele me olhou com um sorriso nada acolhedor e me puxou para uma foto. Entreguei o presente, que foi logo lançado à um sofá. " Pô, valeu!", ele disse. E após 4 minutos eu estava retornando da realização do maior sonho da minha vida: ser mais uma em um milhão. Daquele dia em diante, passei a ser fã apenas de mim mesma.
~ Texto de Karol Costa [ alemdaembalagem.zip.net]
Por Giselle Rayane ~
Aiai
Quando eu era criança minha mãe começou a pensar que eu era doido, convenhamos, eu nunca tive atitudes 'normais', ta certo que era difícil prever como eu reagiria às coisas - num momento eu era como uma pluma caindo, no outro, um trem desgovernado, apanhava calado na escola, mas de um momento ao outro podia morder o braço do agressor até sair sangue e ser sumariamente punido por me defender - mas daí querer fazer exame e panz? Ah, por favor, né dona Edna. Lembro bem, que quando fiquei sabendo, fui lá na vizinha, onde minha mãe tava, e desci o barraco, falei leras e xinguei a vizinha, que é quem tinha implantado a idéia de girico na cabeça de minha inocente mãe, mas foi naquele momento ali, que minha mãe viu que eu, de fato, era doido HAHAHAHAHAHAHAHAHA. O bom de tudo é que ela ignorou a minha loucura, e o script pedia que eu risse irônico, vitorioso e malévolo pra vizinha, de modo que eu ri.
Oh, mother! Obrigado por ignorar minha loucura e me deixar viver minhas idiossincrasias, por não ter me socado remedinhos coloridos inibidores de imaginação, juro que nunca mais coloco um prato para Albert, meu amigo imaginário. RISOS [essa do Albert é mentira]. Agora eu posso botar anteninhas verdes e pendurar uma câmera num caibro só pra tirar fotos mongolóides, sem o medo de ser levado pra um Centro Integrado de Atenção Psicossocial [to rindo], mesmo que esses atos sejam completamente normais e aceitáveis.
Eu ri.
Nota de rodapé: Anos depois a vizinha descobriu que uma de suas filhas era tão pancada quanto ou mais do que eu. Hoje vive às voltas com as doideiras da filha, perdendo noites de sono, sempre orando, pedindo misericórdia para que a garota não engravide, não relaxe a vagina e/ou não mate ninguém.
Luize Ricken Turazzi
texto por: Sherman
É cruel dizer verdades na cara de qualquer... E é cruel, também, ouvir verdades, principalmente, de pessoas que se ama. São essas que machucam profundamente, que julgam e isolam; mas nada se compara a dor que se sente, quando se tem que emudecer para não ferir injustamente essas pessoas que nos julgam precipitadamente.
A verdade é cruel sim, não dizê-la pode ser mais cruel ainda, mas isso não justifica o fato de se apontar o dedo na cara, e julgar. Ninguém tem esse direito, ninguém é tão justo e inocente a ponto de atirar a primeira pedra. Ninguém!
Não existem mocinhos, vilões, bandidos ou super-heróis no mundo real. A vida é muito complexa para ser abstraída pelo reducionismo, que faz com que as historias sejam fáceis e claras de se entender.
O que existe no cotidiano, no dia-a-dia, não são personagens fictícios que seguem um roteiro especifico e pré-determinado. São pessoas reais, cheias de contradições, incoerências, equívocos, e tudo mais que isso implica. São indivíduos recheados de luz, sombras, buracos negros e possibilidades ainda não desvendadas; indivíduos que mal sabem o que se passa, e o que sentimentos guardam dentro, e por atrás, de seus corações.
Paulo Leopoldino
A vida é um jogo de palavras. Caminhamos por labirintos infindáveis, a cada esquina, em cada corredor encontramos pessoas, vivemos coisas que às vezes nos ajudam a prosseguir nessa busca eterna pela saída do labirinto, às vezes escolhemos caminhos que nos afastam cada vez mais do caminho mais fácil e às vezes conhecemos pessoas chave, e nesses encontros e desencontros é que se faz a vida.
Entre sonhos e realidade é que encontramos força de seguir, mesmo estando cansado, mesmo estando chateado. Viver ultrapassa a linha da realidade, somos todas as peças de um grande jogo em que só se alcança o final feliz se tivermos imaginação, jogo de cintura e compreensão que a vida vai além de convenções da sociedade.
Por Yasmin Carly*
'Já tentei me descrever algumas vezes, mas sempre esbarro nas primeiras linhas. Detesto a idéia de que as pessoas possam criar expectativas a meu respeito. Não quero iludir nem decepcionar ninguém, afinal quem se define se limita não é?!
Prefiro comentar meus sonhos, esses são mais fáceis. Sou aquela guriazinha que quer que tudo se realize da melhor forma, não a que sonha com o príncipe encantado, a que ama ler e se decepciona com as suas próprias falhas e corre pra torná-las grandes sucessos! A guria que não quer ser perfeita pra você nem pra ninguém, isso não interessa nem um pouco. Eu só quero viver de verdade, experimentar tudo, tô nessa de sonhar, projetar e realizar. Cansei de esperar que a vida me traga as coisas que eu quero, o negócio é correr atrás do que eu quero, dos meus objetivos e sonhos, são eles que me interessam!'
Luize Ricken Turazzi.
Não; isso aqui não é o orkut mas vocês já pararam pra refletir sinceramente quem são vocês? Alguns simplesmente respondem: ‘quem se define, se limita’, e eu digo: ‘quem não sabe se definir, obviavente não conhece a si mesmo. Certo? Talvez. No fundo talvez EU não me conheça, não sei o que quero pra mim nem para os que me rodeiam. E não. Eu não encontro uma definição exata para a pergunta citada anteriomente. Mas uma coisa é certa: estou a caminho de descobrir e quando isso acontecer eu digo a vocês. Enquanto isso, digo o pouco que sei...
Menina singular, verdadeira contraversão, agitada e calma, feliz e triste, gosta de escrever, ler e sorrir. Preza a criatividade, mas sente falta da mesma em momentos oportunos. Tem vergonha de seus textos, do seu sorriso, dos seus medos. Tem medo de fantasmas, de sentir dor, de ser abandonada, de estar ‘sozinha’ em lugares lotados, medo de ficar trancada em lugares fechados, medo de fracassar. Teve amigas imaginarias e algumas permanecem até hoje ( como a Aryel e a Geórgia). Vive colocando nome em objetos e insetos. Maria Helena, Rebeka e Milena são suas bonecas preferidas. Ama escrever, ler, sorvete de morango, hot-dog, o macarrão da mamãe, ouvir musica (não vive sem), inventar histórias, estar com a família (inclusive o namorado), com os amigos, estar sozinha. Odeia falsidade, chocolate, pizza, arroz e feijão sem mistura (desculpem por falar tanto de comida, não almocei hoje). Insana, sentimental, serena. Uma verdadeira metamorfose ambulante. Prazer,

Desde já, aviso que prezo o bom uso das palavras. Gosto de ver a tinta da caneta inventando riscos, rabiscos no papel. É mágico ver as letras se unindo para serem palavras, e as palavras juntando-se para serem frases surgem lentamente, mas tenho pressa de viver. Tenho medo de não dar conta de tudo o que quero, de que todos os meus sonhos, que não são poucos, não caibam em minhas mãos. Tenho fome de futuro.
Escrevo o que sinto. Sinto mais do que demonstro. Demonstro mais do que falo. Falo menos do que ouço. Vejo. Vejo sempre, mas, às vezes, me faço de cego. Disfarço a dor. Sofro calado, pois como qualquer outra pessoa, tenho machucados na alma, esses que doem e ardem mais do que os da pele. Sinto saudades. Troco passos comigo mesmo. Tenho os meus momentos, momentos meus e não abro mão! Sinto também, um enorme vazio aqui dentro, que não se preenche com nada. Guardo segredos, os meus segredos, coisas banais; não vale a pena contar. Não atrevo a dizer verdades, e como dizia o poeta, mentiras sinceras me interessam. Oculto sentimentos no fundo do peito, e meus olhos sempre, sempre me traem. Nada me satisfaz. O simples me alegra, mas não é o bastante, eu sempre quis mais, eu sempre quero mais... O complexo me seduz. A confusão pode ser doce, e a perfeição chega a matar. Nada acontece por acaso, e nem dura para sempre.
Não, poeta não sou, mas gostaria. Um pseudo-escritor, talvez?! Pois dos meus reversos, faço versos; das minhas fantasias, poesia, e as rimas são minha sina...
Prazer, Paulo!
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Fundação do Blog, Cinco pessoas, diferentes pontos do país.
Uma idéia em comum, um hobby
Palavras surgem, opiniões e pontos de vista.
Aqui, um refúgio de palavras e ideais.
Bem-Vindo ao Ponto-de-Referência!
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Giselle, Luize, Yasmin, Vanessa, e Paulo
Agradecem!